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Editado em 07/01/2017 às 23h31

Muita gente na defesa animal, incluindo vegano-abolicionistas, ainda admira a ex-atriz Brigitte Bardot, por seu suposto engajamento pelos Direitos Animais.

Mas provavelmente esses seus admiradores, em sua maioria, desconhecem o outro lado dessa dita “amante dos animais”.

Saiba, logo a seguir, do que estou falando.

 

A Bardot dos múltiplos ódios

Por trás da sua faceta de amante dos animais, eis uma pessoa cheia de ódio no coração. Alguém cuja aversão multipreconceituosa por seres humanos anula com grandes sobras sua alegada luta pela causa animal.

Muito se fala da Brigitte Bardot que “ama” os animais não humanos. Mas ainda conhece-se pouco da Brigitte Bardot que é:

  • Ultraconservadora, apoiadora da extrema-direita francesa;
  • Racista, xenofóbica e islamofóbica, processada e condenada diversas vezes por incitação ao ódio racial;
  • Antifeminista, reprodutora de misoginia e pró-masculinismo;
  • Homofóbica;
  • Misantropa.

 

Extremista de direita

Pouco se sabe, por exemplo, que ela não só é admiradora da fascista Marine Le Pen, como também declarou-a como “a Joana D’Arc do século 21” e deposita voto de confiança para que a extremista “salve a França” caso chegue ao poder – e instaure o regime de ódio e terror sonhado por quem està à direita da direita.

 

Xenófoba, islamofóbica, racista

Também é pouco sabido que ela já foi multada em 2004 por trazer num livro seu uma mescla de homofobia, racismo, intolerância religiosa islamofóbica e xenofobia. Na ocasião, havia retratado muçulmanos como “invasores bárbaros e cruéis” e “terroristas ansiosos em invadir a França e matar os franceses”.

 

Antifeminista, apoiadora da misoginia e homofóbica

Além de tudo, Bardot odeia o feminismo. E chega ao ponto de se declarar “masculinista”, ou seja, adepta da ideologia de ódio misógino dos autorrotulados “defensores dos direitos dos homens”.

E também odeia homossexuais, dedicando-lhes um impronunciável discurso de ódio em seu livro “Um grito no silêncio”.

 

Misantropa

Como cereja do bolo do ódio bardotiano, há um putrefato ranço de misantropia. Matéria de 2003 do Estadão afirma que, no mesmo “Um grito no silêncio” em que se declara homofóbica, a ex-atriz demonstra seu nojo por uma espécie que também é animal:

O livro que ela acaba de lançar, Un Cri dans le Silence (Um Grito no Silêncio), passa dos limites. Dá náuseas. Claro, ela continua a fazer a defesa dos animais. Explicou que salvou um camarão em um restaurante e lembra que esses animais estão “carentes de amor e de água fresca”. De resto, quando se trata de seres humanos, para ela não passam de pacotes de gordura.

Eis um pequeno exemplo: Bardot declara seu “ódio à espécie humana”. Mas nessa espécie há categorias mais terríveis que outras. Em primeiro lugar, os “invasores muçulmanos”. Em seguida, os “desempregados profissionais”, os “jovens que não mexem uma palha”, a “esquerda, responsável pelas atuais desgraças”. Nessa França degenerada, Brigitte Bardot coloca prioridade sobre os homossexuais. Igualmente, sobre os mendigos, essa “gente que profana nossas igrejas para transformá-las em chiqueiros humanos”. Inútil dizer que ela é a favor da pena de morte.

 

Dois pés atrás

Conhecendo-se essa face sombria de Brigitte Bardot, é um imperativo moral que aquelas pessoas que veem nela um “exemplo” de ser humano revejam essa falsa impressão sobre ela.

Que se tenha dois pés atrás para com ela e outros “ídolos” da causa animal que, para seres humanos, são verdadeiras máquinas de ódio e intolerância.

4 comments

  1. Ódio contra seres humanos nunca foi um “bom costume”. Se você chama odiar e discriminar pessoas de “moral e bons costumes”, não é bem vindx por aqui. Comentário opressor apagado. RFS

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