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Leia o segundo post com respostas a textos pró-Royal e pró-experimentação animal

Com a repercussão da heroica ação direta da ALF, do Black Bloc e demais ativistas abolicionistas contra o Instituto Royal, ação essa que resultou no resgate de dezenas de cães e coelhos, veio uma revoada de textos conservadores e especistas, sejam postados de ontem para hoje, sejam já antigos mas requentados, em defesa da exploração animal promovida pelo laboratório em questão. Abusando de falácias – tendo destaque os apelos à misericórdia e à autoridade – e os mais reacionários deles vomitando ódio e baixaria, os textos em questão manifestam total falta de empatia para com os animais vítimas dos experimentos desse e de milhares de laboratórios espalhados pelo Brasil e defendem implicitamente que camundongos, ratos, coelhos, cães, primatas não humanos, todos esses animais existem para servir à espécie humana.

Também veio ao conhecimento do movimento abolicionista um vídeo feito por Pirulla tanto defendendo as pesquisas feitas pelo Royal quanto criticando a ação direta dos abolicionistas. Ele também é cético em relação ao aparecimento de evidências confiáveis de maus tratos óbvios (aqueles reconhecidos pela lei vigente), ignorando que objetificar, aprisionar, causar doenças e matar também são maus tratos.

No meu ofício de respondedor de textos e vídeos carnistas e especistas, tirei print de vários textos (cuja autoria eu não costumo revelar), escrevi os devidos comentários em resposta a cada trecho nesses prints e trago abaixo. E respondi ao vídeo de Pirulla, vídeo esse que é o primeiro trabalho que refuto neste post.

Aviso: quando chegar nas imagens dos prints dos textos, clique em cada imagem para vê-la em tamanho completo.

 

Resposta ao vídeo de Pirulla sobre o Instituto Royal e a ação direta abolicionista

Vídeo de Pirulla:

 

Minha resposta:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Links mencionados na parte 1:

Vídeos de Yuri Grecco e Pirulla a favor da pesquisa forçada em animais e minhas respostas a eles

Fotos evidenciam maus tratos óbvios sofridos por cães no Instituto Royal

Link mencionado na parte 2:

Categoria de posts “Você É o Repórter” da ANDA, abrangendo muitas notícias sobre animais resgatados de lares onde sofriam maus tratos

Links mencionados na parte 3:

Estudante de graduação dos EUA desenvolveu biochip que simula o complexo de Golgi

Ser Humano Fisiológico Virtual

Artigo “A mensagem libertária das ações diretas contra pesquisas em animais”

Declaração Universal dos Direitos Humanos

 

Textos conservadores (mas que não chegam a ser raivosamente reacionários) a favor das pesquisas em animais e do Instituto Royal

Primeiro, vamos com uma declaração de uma instituição de cientistas, falando em nome de toda a comunidade científica brasileira – muito embora haja antivivisseccionistas que não vão se sentir representados com tal texto – em apoio ao Instituto Royal, postada ontem:

059-comunidadecientificabrasileira

 

Em seguida, veio à tona um texto já antigo (aqui dividido em duas partes), datado de novembro de 2008, de um leitor de um jornalão carioca:

Parte 1:

061-zooxiitas-pt1

Parte 2:

062-zooxiitas-pt2

E agora vem uma reportagem defendendo o Royal, numa linguagem fingidamente “imparcial” e baseando-se em puros apelos à autoridade e retórica bem-estarista relativa a uma falsa preocupação das entidades governamentais e científicas para com as vítimas de pesquisas científicas experimentais:

066-umdosmaisimportantes

(Atualização 21/10/13 07:20)

Também tem um texto no Facebook de alguém que insiste perigosamente nos dogmas da democracia liberal e do império da lei, acusando os abolicionistas libertários de promover uma “ditadura da minoria” – afinal, defender a libertação animal com ação “ofende” a lei estabelecida e maioria conservadora e especista da população:

068-ditaduradaminoria

 

A melhor parte: os textos claramente reacionários contra os animais e os ativistas e a favor do Instituto Royal

Começando pelo autor de um blog que diz divulgar a ciência e o ceticismo científico:

060-cachorrinhofofo

 

E agora textos de dois colunistas de uma revista de grande circulação. A nata do reacionarismo pró-status quo brasileiro.

Autor 1 (dica: é defensor ferrenho da privatização do patrimônio público brasileiro):

065-filhotesdepetersinger

Autor 2 (dica: um dos reacionários mais famosos e raivosos da internet brasileira), texto 1, parte 1:

063-euexijo-pt1

Texto 1, parte 2:

064-euexijo-pt2

Texto 2:

067-voceai

35 comments

  1. Porque vegans são moralmente superiores ao resto da humanidade. Pena que sou um ser humano desprezível comedor de carne e apoiador de testes nos pobrezinhos dos animais, meu intelecto não é grande o suficiente para compreender seu código moral tão complexo e perfeito. Boa sorte aí, senhor superior.

    1. Me parece que as respostas necessárias estão nos textos que vocês mesmo publicaram.

      Aliás, se eles estão recheados de falácias, me pareceu que vossos argumentos conseguiram superá-los neste sentido.

      Bom, agora resta saber se a atuação será na base do convencimento da população de vocês estão certos ou através da imposição via terrorismo, do “já que não sou ouvido destruo tudo”.

      Você se acha menos “reaça” do que os autores de alguns dos textos?

  2. Escravidão animal? Não vou nem comentar sobre isso!
    Bem, argumentos ok!

    1) Achei interessante você comentar sobre o Bosson de Higgs, mas lembre se que física é uma ciência exata, Biologia não é! Ou seja, não existe formas de fazer experimentos in silico para transpor para um organismo tendo em vista que em um organismo existem N vias para ativação de um gene, por exemplo.

    2) Me desculpe, mas tudo isso é hipocrisia! Sendo assim porque aqueles que são contra os testes em animais (lembrando que testes do ponto de vista éticos) não param de usar todo tipo de coisa que já foi testada em animais ou que venham deles (drogas [farmacos], absorventes, camisinhas [você sabia que as primeiras eram de tripas de animais? Isso no antigo egito], roupas, …) e voltam a viver na era das cavernas?

    3) Você sabia que existem orgãos nacionais e internacionais que analisam projetos para observar o conteúdo do projeto, análisar se é viável ou não, se o animal a ser utilizado sofrerá o mínimo. Por que ao invés de correr atrás de pessoas com trabalhos sérios vocês não buscam essas entidades?

    4) O que aconteceu foi um ato de vandalismo, acredito que possamos equiparar as quebraderas que acontecem nas manifestações de rua, afinal, um território foi invadido e “seus pertences” foram levados (visto que tudo que se esta em um imóvel pertence ao dono daquele lugar)

    5) Isso é mais uma curiosidade minha, você quando fala em muitos momentos não sente firmeza no que fala! Se não acredita no que diz não fale! Se acredita mostre!

    1. 1. Essa diferença reflete também no espírito inovador e evoluinte dos envolvidos com a tecnologia das experimentações biológicas, tornando estes mais conservadores e apáticos do que os físicos?
      2. Recomendo que assista aos vídeos que fiz em resposta a Pirulla e Yuri Grecco no ano passado: http://veganagente.consciencia.blog.br/consciencia-vlog-br-respostas-a-euateu-e-pirulla-sobre-pesquisas-em-animais/
      3. Esses órgãos vetam projetos que impliquem tratar animais como objetos de uso humano, mantê-los presos em condições ambientais anormais e antinaturais, causar-lhes doenças e matá-los ao final da pesquisa?
      4. Você considera os animais ali “pertences” sob propriedade de alguém?
      5. Esse é o meu jeito mesmo. Meus argumentos, antes da gravação de cada vídeo, são bem pensados e postos num roteiro, que eu consulto pra dar base à fala ao longo da gravação.

      1. Vamos lá, de novo!

        1)Acho interessante a pesquisa física e tudo mais, mas acho que você não entendeu meu agumento que em um sistema biológico NADA É PREVISIVEL! Então deixe me explicar novamente. Em um organismo biológico temos várias vias (caminhos) que apenas uma proteína possa ser ativada ou desativada. Quando nocauteamos um gene (Knock out), nós silenciamos, ou seja, deixamos que ele não produza mais determinada proteína que ele codifica, porém o nosso organismo (não só o nosso, mas da maioria esmagadora dos viventes, se não todos) acaba ativando, ou criando, ou desenvolvendo novas vias para que aquela proteína que nocauteamos seja novamente expressa! POR ESTE SIMPLES MOTIVO os estudos biológicos não conseguem ser desenvolvidos em uma placa de petri ou em um computador (in silico).

        2)Infelizmente neste momento não posso assisti-lo, mas futuramente hei de vê-lo!

        3)Primeiro, o que você considera como “condições anormais e antinaturais? Segundo: sim, se os protocolos a serem utilizados não estejam de acordo com a ética nacional e principalmente internacional o projeto é vetado.

        4) Vou responder sua pergunta com uma outra pergunta: Quando você tem um animal de estimação na sua casa você o chama de seu ou do mundo?

        5) Ok, era o que eu imaginava!

        1. 1. Isso não responde totalmente a pergunta. Isso incapacita os biólogos e biotecnólogos de buscar meios superiores de pesquisa?

          3. Condições anormais e antinaturais são condições do biotério, como ausência quase total de micro-organismos, ar superpurificado, ausência de contato com o chão e (em grande parte das vezes) com outros animais, etc. Tudo isso que impede que os animais manifestem suas capacidades inatas de socialização e locomoção em ambientes vastos e impede que adquiram resistência natural a micro-organismos que no meio natural são muito comuns.

          4. Não chamo nem de um nem de outro. Prefiro dizer que é Mamba ou “a cadela que eu tutelo”.

          1. 1) O que o faz pensar que não buscamos? Como você bem deve saber nossa pátria, assim como outras, é governada por lucros, ou seja, se a pesquisa não me gera lucros instataneos que se virem para obte-los a longo prazo. Para você o que é meios superiores de pesquisa?
            Significa dizer que n’ao seria necessarios humanos ou animais como meio intermediário de pesquisa? Se sim, significa dizer que você ainda não me entendeu!

            3) Ok, imagine você que se tivessemos biotérios nas condições que você imagina serem os ideais, ou menos ruins, não haveria controles para que os animais desenvolvessem novas doenças ou infecções, sendo necessarios novos e mais especimens para a pesquisa, aumentando drasticamente, ou não, o número de individuos por pesquisa!

            4) Desculpe por isso, mas hahahahahaha, este seu comentário foi de certa forma hipocrita! Você não fala 100% das vezes que tutela um animal! Neste momento você o disse pois foi confrontado a falar desta forma! Em uma conversa com amigos, familiares, etc você afirmaria: “Mamba, MINHA cadela”. Por favor, não seja ou seja o mínimo possível hipocrita, da mesma forma que estou sendo!

          2. 1. Você falou bem: existe muita sede de lucros, e isso tem suplantado, em grande parte da comunidade científica, a preocupação ética de desenvolver métodos superiores de pesquisa (que seriam métodos com margens de erro e chances de falha bem menores do que os experimentos com animais).

            3. E é esse ciclo “Se usar menos animais, vamos fazê-los viver em condições antinaturais; se fazê-los viver em condições menos antinaturais, usaremos mais animais” que queremos romper.

            4. E você sabe?

        2. Sem entrar nas outras questões, não entendi a discussão do item 4… Porque acho que todo mundo faz assim: “Minha mãe”, “meu pai”, “meu irmão”, “meu professor”, “meu chefe”, “meu empregado”, “meu marido”… Isso não quer dizer que eles são nossas propriedades, ou quer?!! Na realidade é apenas o português… expressa algum vínculo que temos…

          1. Concordo em certos pontos Aline, mas a partir do momento que falamos meu, minha, nosso, queremos mostrar que aquela pessoa ou objeto nos pertence e não a outra pessoa!

            Assim, os cachorros da Royal, eram de propriedade da royal. O que aconteceu foi um grupo de pessoas entrou (sem autorização) no estabelecimento e retirou os animais de lá!

            Mas aí vem o argumento, ah mas ouviram os animais chorando de dor. Desse ponto vem minha pergunta, era de dor? Como pode ter certeza disso?

            As pessoas em muitas vezes escutam e veem o que querem e o que lhe é oportuno!

            Espero ter sido claro

      2. 1. “Conservadores e apáticos”. Apesar de eu não ver nenhuma resposta real ao argumento do Leônidas,taxar os cientistas da área de biológicas desta maneira, mostra no mínimo a sua ignorância em relação conhecimento científico. Entender a complexidade de sistemas biológicos requer experimentações que devem ser conduzidas de maneira regulada e imparcial o que para leigos interpretam como “conservadores e apáticos”.

        2. Se você realmente é contra o uso de animais em experimentações científicas, por favor, pare de usar qualquer produto que tenha sido obtido através destes mesmos experimentos. Do mesmo jeito que comprar e usar drogas ilícitas incentivam a produção dos mesmos, comprar fármacos, produtos estéticos, desodorantes, etc, também vai alimentar as mesmas indústrias que os produzem. Além disso, caso um parente seu esteja doente a ponto de morrer e não existir remédio para ele, lembre-se que você preferiu salvar um cachorro ao invés do seu parente. Então parem de hipocrisia.

        3. Sinto muito lhe informar, mas manter os animais em um ambiente fechado nem sempre implica maus tratos. Estes animais precisam viver em um ambiente controlado e muitas vezes, livres de estresse, pois qualquer alteração hormonal pode alterar os resultados da pesquisa. Alguns animais são expostos à doenças para que sejam analisados na esperança de que se ache uma cura para o problema. Infelizmente este é o meio disponível hoje. É o que temos. Falar de biochips ainda é coisa futura, mas ainda não são uma alternativa viável. Se você não tem o mínimo de conhecimento sobre o funcionamento celular, regulação da expressão gênica, ativação do sistema imunológico, etc., você não pode opinar sobre isso de maneira coerente. Soltar estes animais criados em laboratório no meio ambiente, isso sim, representa um ato de irresponsabilidade. Vocês não sabem o mal que podem estar trazendo para a população e para os próprios animais.

        4. Sim, os animais pertencem ao laboratório, do mesmo jeito que um peixinho pertence a você quando você compra um aquário.

        5. Ainda não assisti seus vídeos, e nem pretendo. Portanto não posso opinar sobre seu jeito de falar. Tudo que falei aqui foi em relação ao que você escreveu.

        1. Se você não pretende assistir aos meus vídeos, que esclarecem pontos como essa velha falácia de “pare de usar remédios, coisa e tal”, não tenho o que debater com você, já que você não parece aberto à dialética.

  3. Parabéns pela dedicação Robson!
    Vou deixar o link guardado pra mim ler quando chegar do trabalho…estava sentindo falta de uma opinião verdadeiramente abolicionista sobre esses acontecimentos e principalmente sobre o que os reaças vêm comentando internet a fora…
    Abraço!

  4. O espaço para resposta acabou!

    1)Ok, quais técnicas são essas?

    3)de que forma?

    4) Sim, sei! Isso se chama comportamento humano!

    Traga soluções PLAUSIVEIS e não só ataques a forma de que desenvolvemos pesquisa!

    1. 1. Elas aparecem com o tempo (mesmo que leve décadas ainda), como simulações inovadoras e complexas o suficiente pra emular um organismo humano.
      3. Demandando modelos superiores de pesquisa, que ao mesmo tempo dispensem o uso de animais e tenham chance de falha menor do que os experimentos neles.

      1. Justamente, chegamos ao ponto principal! O que vocês desejam é o fim da experimentação em animais, mas não nos ajudam a buscar o fim desse sistema!
        Concordo que a experimentação de outras formas irão aparecer com o tempo, mas infelizmente este tempo não chegou, e para que novas medicações possam ser criadas as experimentações devem continuar!
        Entendeu?
        Meus argumentos não estão sendo expostos para que vocês levantem a bandeira “Morte aos pesquisadores de animais, ou abaixo a pesquisa com animais”, meus argumentos são para mostrar como a nossa ciência trabalha e as limitações que temos!

        Se vocês não podem nos ajudar a desenvolver uma ciência melhor e livre de sofrimentos, quaisquer que o sejam, não nos atrapalhem!

        Afinal, quanod um membro da nossa familia, seja ele humano ou não, fica doente ou tem uma doença terminal a primeira coisa que fazemos é ir em um médico e pedir um medicamento! Sem nos importar por quantos testes esses medicamentos passaram!

        1. Em relação a isso, declarei, num vídeo do ano passado (o que fiz em resposta a Pirulla na época) que a abolição da pesquisa em animais é um objetivo a longo prazo, mas que demanda atenção desde já.

          1. Da mesma forma que aquelcimento global e outras coisas também, como guerra santa, narcotráfico,…, se o objetivo é finalizar com as pesquisa o mais sensato a se fazer é nos ajudar a procurar opções diferentes e não retirar animais que já estão no processo de pesquisa!

            É fácil atacar e não ter a resposta necessária para ajudar a retirar aquele problema! O difícil é estar disposto a ajudar!

  5. Gostaria de saber dos vivisseccionistas e defensores dos “testes” em animais não-humanos por que são utilizados animais não-humanos nestas práticas e não animais humanos, já que é para benefício destes últimos?

    Enfatizo que não sou a favor de trocar testes em animais não-humanos por testes em animais humanos, apenas gostaria de compreender a lógica de utilizar animais não-humanos para isso.

    1. O motivo é porque não se consegue ter um “controle” sobre a pessoa. Exemplos: Em um estudo sobre hipertensão foi perguntado a um sujeito se o mesmo era hipertenso e foi respondido que não, detalhe ele(a) tomava remédio para hipertensão!

      Segundo exemplo: Em um estudo com terapia celular (células tronco) foi solicitado para a paciente que continuasse com a medicação normal, a mesma parou (por conta própria) de tomar a medicação pois sentia se tão bem que poderia correr uma maratona, e ganhar.

      Esses exemplos que citei são veridicos e fui testemunha das asneiras que a pessoas falavam, ainda tenho outros exemplos, mas não vem ao caso citar mais, já que imagino que apenas esses dois ilustram mais que o suficiente que “testes” em humanos não dá certo!

    2. Só mais uma coisa, nem todos os estudos em animais realizados no país são de vivissecção, peço cuidado no que vocês falam e escrevem!

  6. Bem, infelizmente estarei ausente por um período de tempo do meu computador. Se houver algum questionamento ou debate sobre a pesquisa em animais eu gostaria de estar presente, seja pela internet ou presencial, deixo meu facebook aqui para qualquer futuro contato, estarei verificando meu face pelo celular. Até mais Leônidas Valle VII

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