O que é veganismo? Saiba a resposta a 13 dúvidas essenciais

O que é veganismo?

Atualizado em 23/04/2017 às 11h56

Esse tal de veganismo tem crescido impressionantemente.

Diante dessa palavra tão comentada, surge naturalmente, na sua cabeça, a seguinte pergunta: o que é veganismo?

E mais, você talvez esteja se perguntando também:

  • O que um vegano faz?
  • Veganismo é algo que traz obrigações e proibições?
  • Por que tanta gente diz para todo mundo virar vegan também?
  • Por que esse movimento está crescendo tanto?

Com este artigo, quero introduzir você a esse assunto, e responder a muitas de suas dúvidas. Descubra também por que ele tem muito mais a ver com sua vida do que você imagina agora.

1. O que é o veganismo?

Vegan Society, pioneira do veganismo no mundo

O veganismo, segundo a Vegan Society da Grã-Bretanha (tradução minha, grifos meus):

“é um modo de vida que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade promovidas contra animais para fins de alimentação, vestuário e qualquer outro propósito.”

A Vegan Society ressalta também que:

“Dos veganos fãs de junk-food aos crudívoros, e todos das categorias intermediárias, há uma versão de veganismo que se adequa a cada pessoa. Porém, uma coisa que todos nós veganos temos em comum é uma alimentação vegetal que evita todo e qualquer alimento de origem animal, como carne (incluindo peixes, moluscos e insetos), laticínios, ovos e mel – assim como produtos como couro e qualquer um testado em animais.”

O veganismo tem como objetivo geral contribuir para a abolição de toda e qualquer tradição de exploração animal e inferiorização dos animais não humanos em relação aos humanos.

É baseado num princípio ético: reconhecer os animais não humanos como nossos iguais e, portanto, tão merecedores do nosso respeito e de direitos fundamentais quanto nós. Ou seja, como dignos dos chamados Direitos Animais, versão não humana dos Direitos Humanos, como os direitos à vida, à liberdade, à integridade física e psicológica, à socialização e a não ser propriedade dos humanos.

E também se alicerça num objetivo político: combater e erradicar o especismo, o preconceito e tradição que considera os animais não humanos como moralmente inferiores aos humanos, e suas implicações práticas (exploração animal, violência contra os animais, tratamento de animais como propriedade e mercadoria etc.).

 

2. O que o veganismo não é?

O veganismo não é:

  • Uma denominação religiosa ou espiritual;
  • Uma ordem esotérica de mistérios (como a maçonaria e algumas religiões);
  • Um estilo de vida – considerando que um estilo de vida influencia gostos e preferências individuais de roupas, música, turismo, lazeres, gastronomia etc. e o veganismo não tem o propósito de criar e manter um estilo de vida à parte dos demais;
  • Uma filosofia de vida – considerando que uma filosofia de vida foca-se em dar um norte moral que engrandeça e melhore a vida do indivíduo e lhe proveja bem-estar e felicidade, e o veganismo não é uma posição ética centrada no indivíduo adepto;
  • Um hábito de consumo – o veganismo inclui um hábito de consumo específico, o que é diferente de ser esse hábito;
  • Uma ideologia política de esquerda ou direita;
  • Um conjunto de obrigações, permissões e proibições que deve ser seguido, sob pena de punições;
  • Um modo de vida a que se pode aderir por motivos de bem-estar individual, como saúde, “boa forma”, autoafirmação perante a sociedade e inclusão num grupo social.

 

3. O que o vegano faz para ser considerado vegano?

Prato vegetariano, sem nada de origem animal

Prato vegetariano, sem nada de origem animal

São práticas veganas:

  • Evitar o consumo de todo e qualquer alimento parcial ou totalmente de origem animal, como carnes, laticínios, ovos, produtos da apicultura, alimentos com corante carmim-cochonilha, gelatina comum, biscoitos com soro de leite na composição, macarrão contendo ovos na massa, chiclete com gelatina comum, molho de tomate contendo carne entre os ingredientes etc.;
  • Evitar o uso também de produtos não alimentícios que são totalmente de origem animal ou possui algum ingrediente com essa procedência, como cremes dentais com glicerina animal, sabonetes e sabões com sebo, cremes de barbear com lanolina, amaciantes de roupa com ingrediente de origem animal, pincéis com cerdas de pelo animal, batons com cera de abelha etc.;
  • Boicotar, na medida do possível, empresas que realizam ou subsidiam testes em animais, não comprando seus produtos enquanto a companhia não anunciar o abandono total do uso de cobaias para testar seus produtos;
  • Não prestigiar entretenimentos que exploram animais, como rodeios, vaquejadas, touradas, zoológicos, aquários, circos com animais, parques aquáticos com apresentação de cetáceos e peixes, cavalgadas, rinhas, turfes, corridas de cães, competições de hipismo, corridas de carroças ou trenós puxados por animais, gincanas envolvendo galinhas, competições de TV que usam roedores etc.;
  • Não usar animais como meio de transporte ou tração, ou seja, não andar de carroças, carruagens e trenós puxados por tração animal, nem montar em cavalos, burros, jumentos, camelos, elefantes e outros animais;
  • Ser contra o sacrifício de animais em rituais religiosos, buscando o diálogo intra ou intercultural com adeptos da religião os quais promovem sacrifícios e atuando de outras formas não violentas, de modo a adaptar as religiões que atualmente sacrificam animais, e suas teologias, à ética vegana;
  • Posicionar-se sinceramente contrário a toda e qualquer forma de exploração animal;
  • Defender o fim do especismo através de meios que não impliquem violência contra seres humanos e não humanos, como o diálogo educativo com pessoas não veganas, o ativismo defensor dos Direitos Animais e o envio de e-mails com avisos de boicote ao SAC de empresas que testam seus produtos em animais;
  • Ser coerente na prática da ética animal, não infligindo ou defendendo contra humanos violências e discriminações que costuma combater quando impostas contra os demais animais.

 

4. O vegano precisa então zerar completamente, em 100%, os efeitos negativos de sua existência na vida dos animais?

Aviso diz que combustíveis são testados em animais

Aviso diz que combustíveis são testados em animais

O veganismo, por definição, evita aquilo que é possível e praticável evitar de prejuízos aos animais não humanos. Ou seja, admite exceções e não é perfeito e absoluto.

Por exemplo, o vegano não tem condições de:

  • Zerar completamente a morte de animais em função de sua vida, já que continuará, por exemplo, pisando acidentalmente em formigas na rua, dedetizando a casa quando houver praga de alguma espécie de inseto e consumindo energia elétrica produzida em hidrelétricas onde morreram animais na construção e morrem na operação;
  • Se poupar de matar animais em situações extremas de vida ou morte, como ataque de alguma fera selvagem e sobrevivência após algum desastre (como queda de avião e naufrágio);
  • Evitar medicamentos testados em animais, já que depende deles para se livrar de situações de sofrimento e doenças que lhe ameaçam a integridade física e mental e a vida;
  • Boicotar combustíveis (que são todos testados em animais), pneus com ingrediente de origem animal (muitos fabricantes de pneus usam ácido esteárico extraído de animais nesses itens) e veículos movidos e sustentados por ambos;
  • Evitar o consumo de alguma marca não vegana quando não dispõe de alternativas acessíveis a ela. Ou seja, se consome um creme dental testado em animais por motivos de não haver marcas veganas desse produto em sua cidade, nem a viabilidade de recorrer regularmente a alguma alternativa artesanal, isso não faz a pessoa vegana se tornar uma não vegana;
  • Boicotar toda e qualquer empresa que fabrica produtos com ingredientes de origem animal. Embora seja possível evitar produtos com ingredientes de origem animal, é impossível a pessoa comprar apenas de empresas 100% veganas, já que estas são muito raras e gourmetizadas hoje em dia.

Se alguém lhe diz que, por causa dessas exceções, “é impossível ser vegan de verdade” e que “veganos são hipócritas”, então esse alguém não sabe a definição de veganismo, nem conhece devidamente esse modo de vida.

 

5. Existe a possibilidade de ser vegan por motivos individualistas, como saúde, “boa forma” e purificação espiritual?

Veganismo não é por emagrecimento

Não existe, porque o veganismo é, por essência, uma prática ética e política, ou seja, visa o bem do outro, não é centrado no adepto.

Quando não se tem o princípio de ver o animal não humano “de consumo” como moralmente igual a nós, nem o interesse de acabar com aquilo que lhe causa objetificação, exploração e morte violenta evitável, não há veganismo. O que há nesse caso é meramente uma alimentação vegetariana.

Ou seja, se você parou de consumir alimentos de origem animal meramente por saúde física, mental e espiritual, e boicota produtos testados em animais apenas para evitar castigos divinos, então não aderiu ao veganismo.

 

6. E ser vegan pelo meio ambiente?

Floresta Amazônica

O veganismo é aliado da causa ambiental, por seu modo de vida ter um impacto ambiental imensamente menor do que os hábitos de consumo não veganos. Mas, por definição, não é possível ser vegano especificamente por motivos ambientais.

É possível ser vegetariano pela causa da sustentabilidade. Mas o veganismo inclui posições e práticas que não dizem respeito ao impacto ambiental das atividades humanas (embora também não contrariem a consciência ecológica), como se opor aos testes de produtos em animais e evitar o uso de tração animal.

 

7. O veganismo é baseado em regras de obrigação, permissão e proibição?

Veganismo não tem obrigações e proibições

Não é, porque é uma posição baseada na ética. E a ética vem da consciência, de dentro, e não de regras morais impostas de fora.

Não há ninguém determinando que somos “obrigados” a consumir apenas produtos de origem não animal. Nem nenhuma lei nos proibindo de comprar e utilizar produtos não veganos sob pena de alguma punição.

Somos veganos porque temos consciência de que não é ético usar animais como recursos ou coisas sob propriedade de humanos. E não porque alguma pessoa ou instituição nos exige.

É parecido com matar outros humanos: não matamos porque sabemos que não é certo, que outros humanos querem continuar vivos e íntegros tanto quanto nós. E não simplesmente porque somos proibidos de cometer homicídios pela lei.

 

8. Por que os veganos fazem tanta questão de “pregar” o veganismo e dizer que todos nós deveríamos nos tornar veganos também?

Keep Calm and Seja Vegano

Por muitos motivos, dos quais eu ressalto e resumo cinco:

  • Os animais que os seres humanos exploram e matam para consumo desejam viver, continuar fisicamente inteiros e ser livres tanto quanto nós humanos, e as atividades de exploração animal lhe negam tudo isso. Isso se dá porque são sencientes, ou seja, possuem uma consciência neurológica, que lhes permite saber que estão vivos, podem sentir dor e manifestam desejos, prazeres e sofrimentos;
  • Produzir e consumir produtos de origem animal, entre eles alimentos como carnes, laticínios, ovos e mel, é desnecessário, causa violências abomináveis e evitáveis para os animais não humanos e também faz mal aos seres humanos – danificando-lhes a saúde e submetendo muitos deles a condições desumanas de vida e trabalho;
  • Recorrer a alimentos produzidos com selo de “bem-estar animal” não acaba com as violências proporcionadas pelo especismo. Pelo contrário, muitas delas permanecem sendo praticadas em criações bem-estaristas como se nenhum mal fizessem, como usar o animal como um recurso, negar-lhe o direito à vida e à liberdade, mantê-lo cativo (mesmo que solto) dentro de uma propriedade rural e tirar-lhe a vida violentamente;
  • Todas as violências chocantes contra animais, que tanto indignam as pessoas que não são veganas, poderiam ser evitadas e erradicadas se o especismo também fosse abolido;
  • Se adotamos sinceramente a ética em nossas vidas, por meio de valores como respeitar a vida e a liberdade alheias e não fazer aos outros o que não queremos que façam a nós, não há justificativa válida para não estendermos esse compromisso para os animais não humanos.

 

9. Tem algo de errado em ser vegan e ao mesmo tempo preconceituoso?

Diga não ao ódio

Tem tudo de errado. A ética vegana não é compatível com posturas como machismo, racismo, homo-lesbofobia, transfobia, elitismo, capacitismo, gordofobia, intolerância religiosa e xenofobia.

O veganismo tem suas práticas fundamentadas na reivindicação de que se reconheça um número muito maior de indivíduos sencientes como merecedores de direitos básicos e do mesmo respeito que nós humanos queremos ter dos outros.

Por todos os mesmos motivos que nos fazem combater o especismo, em especial a inaceitabilidade de tratar uns como inferiores ou superiores a outros, o lógico é que também sejamos veementemente contra todos esses preconceitos, discriminações e injustiças contra seres humanos de minorias políticas.

Então, se você flagrar, por exemplo, um vegano sendo machista e/ou homofóbico, está diante de alguém que, apesar de se achar vegano por causa de suas práticas de consumo e boicote, não entendeu nada sobre a ética vegana e os porquês de o veganismo defender o respeito aos animais não humanos.

 

10. E em promover o veganismo com atitudes e ações violentas?

Assédio moral é crime. Denuncie

O veganismo é uma ação política não violenta por natureza. A defesa do veganismo e dos Direitos Animais é totalmente contrária à cultura de violência que impõe injustiças, privações e crueldades contra os animais humanos e não humanos.

Portanto, a ética vegana repudia a atitude de quem, por exemplo:

  • Trata não vegans com hostilidade, grosseria e preconceito;
  • Defende que os animais “de pesquisa” sejam substituídos por presidiários humanos ou políticos condenados por corrupção em laboratórios;
  • Acredita que exploradores de animais merecem ser torturados e assassinados;
  • Ou invade restaurantes não vegetarianos intencionando causar pânico e perturbação a quem está dentro do estabelecimento.

As únicas ações consideradas “violentas” que a ética vegana aceita são as ações diretas, que consistem em resgatar animais explorados por fazendas, granjas, matadouros, laboratórios de pesquisa, tanques de aquicultura, aquários, zoológicos e outros lugares que os exploram. Essas ações geralmente não ferem os animais mantidos presos no local, nem os seres humanos que ali trabalham.

 

11. Quais são os ideais defendidos no veganismo?

O veganismo defende ideais que visam um mundo mais pacífico, igualitário e com muito menos violência e sofrimento do que hoje.

A ética vegana defende como princípios e ideais:

  • A igualdade moral, nivelada por cima, entre os humanos e os animais não humanos;
  • O reconhecimento da senciência e dos interesses vitais (necessários à manutenção da vida e da integridade) dos indivíduos como parâmetros de consideração moral;
  • A inclusão moral de quem ainda é tratado como propriedade alheia, objetificado e explorado;
  • A oposição a hierarquias morais e aos pretextos preconceituosos e falaciosos que tentam justificá-las;
  • O questionamento de ordens morais hierarquizadas, violentas e injustas;
  • A oposição a uma ordem social baseada em dominar, aprisionar, explorar e assassinar;
  • A valorização da não violência como virtude moral – exceto em casos em que a violência é utilizada para fins de legítima defesa;
  • A empatia, alteridade e compaixão como maneiras de ver e tratar o outro;
  • A fundamentação das ações morais humanas na consciência ética;
  • Justiça acima de tudo;
  • A libertação dos animais por meio da ação política, não apenas do consumo seletivo e passivo;
  • A conjunção da libertação animal e da libertação humana;
  • A valorização da educação conscientizadora, que orienta os seres humanos a serem mais éticos e virtuosos no trato de outros seres sencientes.

 

12. Por que o veganismo está crescendo tanto?

Gráfico de crescimento das buscas por Veganismo no Google

Porque as ações de conscientização pelos Direitos Animais estão em franca multiplicação nas sociedades de todo o mundo. A internet tem recebido um foco imenso, com o compartilhamento cada vez mais frequente de documentários, blogs (como o Veganagente), sites, canais de vídeo e páginas sociais especializados no tema Direitos Animais e Veganismo.

Com isso, as mensagens em defesa da igualdade moral entre humanos e não humanos e contra o especismo e suas violências estão se espalhando com uma impressionante rapidez.

Dois fatores secundários são que:

  • Depois de anos ignorando ou dedicando uma postura preconceituosamente depreciativa, a imprensa tem contribuído para popularizar o nome “veganismo” e as receitas vegetarianas (livres de ingredientes de origem animal);
  • Empresas que portam o atributo de veganas ou vegan-friendly hoje são muito mais numerosas do que eram alguns anos atrás – e o serão ainda mais nos próximos anos -, uma vez que o público vegano e vegetariano está cada vez mais difícil de ser ignorado ou esnobado.

Mas deve-se fazer uma ressalva em relação à “divulgação” promovida pela imprensa. Ela não está popularizando a ética vegana e a bandeira da defesa dos Direitos Animais.

Mas sim apenas difundindo a palavra “veganismo” de maneira distorcida e propagandeando a “oportunidade de negócio” que a demanda vegana e vegetariana por produtos sem exploração animal tem inspirado.

Por causa dessa distorção muitas vezes mal-intencionada, hoje é meio difícil saber, sem um conhecimento avançado sobre o tema, se aquele fulano é realmente vegano, por respeito aos animais e consideração de seus direitos, ou apenas se dá o rótulo de “vegano” por ter adotado o hábito de consumo seletivo que constitui uma das práticas do veganismo.

 

13. O que o veganismo tem a ver com minha vida, mesmo eu não sendo vegan?

Desmatamento para expandir pasto na Amazônia

A produção de alimentos de origem animal devastam o meio ambiente, e seu consumo faz mal à saúde humana

As ações de conscientização veganas têm mostrado muito que a exploração animal não implica prejuízos “apenas” para os animais não humanos.

A degradação do meio ambiente, o surgimento e propagação de inúmeras doenças, as injustiças sociais e políticas no campo e, somando-se tudo, o declínio da qualidade de vida dos seres humanos em geral estão fortemente ligados à pecuária, à pesca e a outras atividades que exploram animais.

Ou seja, a produção e consumo dos alimentos de origem animal que você come, além de reduzir os animais a meras coisas, está destruindo a Natureza, sua saúde, suas condições de vida e tornando o planeta um lugar pior para você e bilhões de outros humanos viverem.

Nesse caso, a atitude de abraçar o veganismo não traz como boa consequência não só a diminuição do especismo e do sofrimento animal no mundo. Também beneficia muitos humanos e também a você – embora, repito, não exista veganismo motivado por interesses individualistas.

Se você tiver uma atitude bondosa e compassiva perante os animais não humanos do mundo, essa bondade retornará a você, graças à sua contribuição a um mundo menos violento e degradado e mais igualitário e harmonioso.

 

Considerações finais

Veganismo, pelo fim do especismo

Agora que você tem uma noção inicial sobre o que o veganismo é e defende, eu te convido a conhecer mais a fundo a ética animal que o fundamenta. Você poderá entender melhor por que os animais não humanos merecem direitos e o especismo é uma violência que deve ser erradicada do mundo.

Leia os artigos da categoria Seja vegan do Veganagente, e/ou adquira o livro Veganismo: as muitas razões para uma vida mais ética, para saber por que nós vegans fazemos tanta questão de que você também considere e adote o veganismo em sua vida.

Os animais não humanos serão os grandes beneficiários, e você também acabará colhendo excelentes frutos dessa escolha ética.

Robson Fernando de Souza
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Robson Fernando de Souza

Autor dos blogs Consciencia.blog.br e Veganagente e do livro Veganismo: as muitas razões para uma vida mais ética. Formado em Licenciatura em Ciências Sociais (UFPE, 2016) e Tecnologia em Gestão Ambiental (IFPE, 2008). Adora Sociologia, meio ambiente, Direitos Animais & Veganismo e autoajuda.
Robson Fernando de Souza
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2 Comments on “O que é veganismo? Saiba a resposta a 13 dúvidas essenciais

  1. LAMENTO DIZER MAS TODO RADICALISMO OU EXTREMISMO NÃO SAO PRODUCENTES, ACREDITO QUE TODAS ESTAS PROPOSTAS FLEXIBILIZADAS, SERIAM MUITO MAIS EXEQUIVEL E UTEIS AO TODO.

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