Textos especistas e antiveganos respondidos #142: “A cabeça de porco no Masterchef e a boba moral vegetariana”

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O texto antivegano respondido de hoje é uma resposta reacionária cheia de ódio ao episódio do Masterchef Brasil em que os pretendentes a chefs tinham que fazer alguma receita com a cabeça decepada de um porco morto. Quando alguém o lê, não encontra nada que possa ser aproveitável como argumento, e muito discurso de ódio e total ignorância sobre, por exemplo, a natureza dos direitos, o conceito de senciência, a capacidade dos animais não humanos “comestíveis” de terem afeto, a oposição de muitos chineses ao consumo de carne de cachorro e a abundância de abates clandestinos no Brasil.

Além disso, ele é o típico exemplo de projeção psicológica, ou seja, a atitude em que o indivíduo projeta seus defeitos nos seus opositores, nega ter tais desqualidades e aponta esses opositores como os únicos possuidores destas.

Leia o texto devidamente respondido abaixo (clique na imagem para vê-la em tamanho completo):

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Aviso sobre prints de textos antiveganos e especistas

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Robson Fernando de Souza

Autor dos blogs Consciencia.blog.br e Veganagente e do livro Veganismo: as muitas razões para uma vida mais ética. Formado em Licenciatura em Ciências Sociais (UFPE, 2016) e Tecnologia em Gestão Ambiental (IFPE, 2008). Adora Sociologia, meio ambiente, Direitos Animais & Veganismo e autoajuda.
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One Comment on “Textos especistas e antiveganos respondidos #142: “A cabeça de porco no Masterchef e a boba moral vegetariana”

  1. “Arbustos de carne que nada pensam”.

    Uau.

    Esse é um novo recorde de “argumento” estúpido.

    Mas é interessante que se trate de uma inversão do que costumamos ver. Geralmente tentam atribuir senciência às plantas. Este tenta retirá-la dos animais e classificá-los junto a elas. A vontade de defender a zona de conforto pelo visto é uma ótima fonte de criatividade.

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