Exemplo de "vegano" a não ser seguido

Obs.: Os comportamentos listados e descritos neste artigo não são majoritários entre os veganos, apesar da impressão que a minoria que os adota passa para os não veganos. Nenhum deles é inerente ao veganismo enquanto modo de vida e atitude ético-moral – pelo contrário, eles violam a ética vegana.

Fala-se muito que os veganos podem inspirar seus familiares, parentes e amigos a considerar o veganismo por meio do exemplo.

Basta que mostrem, por meio de sua vivência, como é possível ser uma pessoa vegana saudável, desfrutar dos benefícios individuais de seu modo de vida, usufruir de uma imensamente diversificada culinária, manter hábitos de consumo descomplicados, ter compaixão e empatia pelos animais sem tratar mal quem não compartilha dos mesmos princípios morais etc.

Isso geralmente não é nada difícil. Mas mesmo assim, infelizmente há muitas pessoas que adotam um caminho contrário: o de serem vitrines negativas do movimento vegano-animalista.

São indivíduos que passam impressões erradas sobre como é ser vegan, deixando a entender que os veganos em geral, ou em sua maioria, adotam atitudes bem questionáveis e até repreensíveis.

Conheça, então, quinze atitudes que fazem um vegano sem noção ser não uma pessoa inspiradora, mas sim um mau exemplo de seu modo de vida. E saiba, consequentemente, que comportamentos evitar e, assim, como não quebrar o compromisso de inspirar os não veganos.

 

Os 15 comportamentos que você precisa evitar se quiser inspirar as pessoas ao seu redor

Xingando não vegano no PC

1. Achar-se “superior”, “melhor” e “mais evoluído” em comparação aos não veganos

Muitos veganos infelizmente se empolgam demais com a crença de que o veganismo é um passo de evolução ético-moral dos seres humanos. Passam a acreditar que, já que estão “à frente” dos não veganos em termos de ética, se tornaram “melhores” e “superiores” a eles.

A partir dessa atitude, passam a tratar seu próximo com arrogância, esnobismo, desdém e ridicularização. Afinal, para o vegano que se acha “superior”, os não veganos são “pobres ignorantes” incapazes de tratar os animais não humanos com dignidade e entender a Ética Animal, gente “atrasada” que “não evoluiu” moral e espiritualmente.

Só que esse comportamento é uma amostra cabal de que o indivíduo não evoluiu de verdade e não se tornou verdadeiramente uma pessoa mais ética. E faz com que os não veganos do seu convívio acabem vendo-o como um péssimo exemplo e, muitas vezes, adquirindo a crença errônea de que a adesão ao veganismo causa ou influencia esse tipo de conduta negativa.

 

2. Tratar mal os não veganos em função de não serem veganos

Muitos desses veganos que adotam essa atitude de arrogância e sensação de superioridade passam também a tratar explicitamente mal os não veganos, simplesmente por não compartilharem do princípio moral de empatia não seletiva pelos animais não humanos. Não só exibem soberba, como também passam a agir com grosseria explícita.

Isso acontece, com certa frequência, em grupos de redes sociais, nos quais pessoas simpatizantes do veganismo vêm tirar alguma dúvida, que muitas vezes parecem bobas aos olhos de quem já é veterano nesse modo de vida, e são respondidas de maneira grossa, agressiva e ofensiva. Isso tanto por acharem a pergunta “idiota” quanto por estarem sendo esnobes e metidos a “superiores na evolução”.

Não é preciso muito esforço para perceber que isso acaba desestimulando o interesse desses não veganos de conhecer melhor e considerar o veganismo, fomentando o preconceito contra o nosso modo de vida, inibindo a difusão da consciência vegano-animalista e empobrecendo as relações humanas.

 

3. Entrar em debates de veganismo X antiveganismo/especismo despreparado e sem conhecimento de causa suficiente

É relativamente frequente que algum vegano despreparado tente debater sobre seu modo de vida e os Direitos Animais com gente assumidamente antivegana ou que reproduz preconceitos contra o veganismo, e acabe perdendo feio.

Isso geralmente acontece com quem tem pouquíssimo estudo sobre veganismo e Ética Animal e não tem conhecimento de como detectar erros e falácias nos argumentos e contra-argumentos de seus opositores.

E o pior, tende a acontecer cada vez mais numa realidade em que um número crescente de pessoas se tornam “veganas” por pura misericórdia de animais e influência de conteúdos bem-estaristas, ou acham que são “veganas” quando na verdade são apenas vegetarianas ou adeptas do consumo vegano.

Sempre que um vegano leigo perde um debate, os espectadores acabam assimilando ideias erradas sobre o veganismo e desistindo de considerá-lo. E o próprio perdedor corre um risco elevado de abandonar esse modo de vida.

 

4. Usar falácias e argumentos de qualidade duvidosa para defender o veganismo

Parte desses veganos perdem debates para antiveganos porque usam argumentos de qualidade muito duvidosa e facilmente derrubáveis. Entre eles, crenças falsas, como a de que “o ser humano é herbívoro”, e falácias, como o apelo à autoridade de pensadores e médicos ou apelos à misericórdia – muitas vezes influenciados por ONGs que usam de bem-estarismo e recursos puramente emocionais para “defender o veganismo”.

O uso de argumentos ruins pode ser evitado a partir do momento em que o vegano começa a ler sobre falácias e aprende a identificá-las e preveni-las. Também é de suma importância saber quais argumentos pró-veganos é preciso evitar.

 

5. Responder argumentos antiveganos com intolerância e insultos

Existem aqueles veganos que, seja por terem usado argumentos fracos refutados, seja por acharem absurdo alguém ser antivegano, partem para o xingamento e a intolerância. Deixam de debater o veganismo para tentar “derrotar o inimigo” por meio da violência verbal.

É fácil perceber que aqui a única pessoa derrotada é o autor das ofensas. Aliás, o próprio veganismo e a defesa animal saem perdendo quando algum defensor seu perde a cabeça, pois os não veganos que o veem insultando seu interlocutor muitas vezes acham que ser vegan implica ser intolerante e hostil contra não veganos.

Antivacina: não seja essa pessoa!
Antivacina: não seja essa pessoa!

6. Ser contra vacinas

Muitos veganos, a partir do momento em que se opõem ao consumo de produtos não veganos, esquecem que as vacinas ainda não têm alternativas livres de especismo. Boicotam campanhas de vacinação, acreditando erroneamente que isso irá pressionar os órgãos e institutos estatais de saúde pública a desenvolverem vacinas veganas.

Aliás, existem aqueles que não só tentam boicotar vacinas, como também se opõem ativamente a elas por acreditarem em diversos argumentos pseudocientíficos, conspiracionismos e fake news importados de movimentos antivacina, ultraconservadores e religiosos fundamentalistas dos Estados Unidos. Entre eles estão crenças falsas como a de que “vacinas causam autismo” e “contêm metais pesados tóxicos para seres humanos” e a notícia falsa de que “crianças que não se vacinam são mais saudáveis”.

Não é preciso muito esforço para se perceber que a oposição de alguns veganos às vacinas causam um sério dano na reputação do movimento vegano. Induz muitos não veganos a acreditarem que o veganismo seria algo movido a crenças pseudocientíficas e oposição ao desenvolvimento da ciência moderna.

 

7. Defender como “obrigatório” que vegans tenham uma alimentação orgânica, adotem uma espiritualidade específica, atividades físicas a nível fitness, vida frugal perto de uma floresta etc.

Felizmente nenhum site sério de veganismo conceitua o nosso modo de vida como algo obrigatoriamente atrelado a um estilo de vida natureba, espiritualista e de zelo quase fanático à saúde. Mas, por outro lado, há muitos veganos que acreditam na obrigatoriedade dessa associação.

Não é nada ruim alguém complementar seu veganismo com uma postura espiritualizada, naturalista e muito saudável. Isso só começa a fazer mal ao movimento vegano-animalista a partir do momento em que o indivíduo fala para seus colegas e parentes não veganos que todo vegano “deve” adotar um estilo de vida semelhante ao seu.

Muita gente se desinteressa completamente pelo veganismo quando acredita que ele implica todo esse conjunto de crenças, comportamentos e costumes. E desfazer esse preconceito geralmente é um tanto trabalhoso quando há vegans fazendo-o parecer verdadeiro.

 

8. Negligenciar suas próprias necessidades nutricionais e de saúde

Mais comum do que gente acreditando que o veganismo exige uma saúde de ferro e espiritualidade elevada, é infelizmente outros veganos descuidando de sua saúde e de suas necessidades nutricionais.

Muitos por aí, que estão em plenas condições de melhorar sua alimentação – por terem dinheiro para tal e não estarem sofrendo, por exemplo, de depressão -, negligenciam essa necessidade e acabam frequentemente abusando nas guloseimas e bebidas veganas açucaradas, nas massas, nas frituras, nos refrigerantes de marcas que não testam em animais, nas bebidas alcoólicas não envolvidas com patrocínio de rodeios e vaquejadas etc.

Montam refeições bastante pobres em nutrientes, que podem até encher o estômago momentaneamente, mas não nutrem decentemente o corpo. Mantêm um estilo de vida sedentário e estressante mesmo podendo mudá-lo. E esquecem ou rejeitam a ingestão de suplementos de vitamina B12.

Com isso, passam a sofrer com deficiência de nutrientes, taxas elevadas de triglicerídeos, risco muito alto de contrair diabetes tipo 2, obesidade, anemia etc. E assim acabam, aos olhos de muitos não veganos preconceituosos, “confirmando” velhas crenças sobre a alimentação vegetariana “não ser saudável” e “carecer de nutrientes essenciais”.

 

9. Falar de veganismo e Direitos Animais de maneira monotemática

O mundo é repleto de problemas de ordem social, política, econômica, ambiental e ético-moral, mas infelizmente muitos veganos se comportam como se a exploração animal fosse o único flagelo do planeta a ser combatido e erradicado.

Em seus perfis pessoais, o único tema político abordado é Direitos Animais e veganismo. Nenhum outro o sensibiliza o bastante para pensar neles. Muitas de suas conversas, mesmo com não veganos, envolvem falar de exploração animal. Isso acaba fazendo muitos se assustarem e acreditarem erroneamente que veganismo causa monomania.

Defender os Direitos Animais e ajudar a difundir o veganismo são atitudes louváveis e extremamente necessárias. Mas não são os únicos compromissos éticos e políticos que o vegano precisa adotar em sua vida por um futuro melhor.

 

10. Costumar falar do veganismo e defendê-lo em momentos inoportunos e pouco convenientes

Existem aqueles veganos, entre eles muitos novatos, que se empolgam demais em promover o veganismo e a delícia de ser vegan e acabam falando do assunto quase o tempo todo, mesmo em horas pouco convenientes.

Falam tanto do assunto em aulas da faculdade, reuniões de família, rodas de conversa, papos com colegas de trabalho ou faculdade/escola etc. que acabam se passando por chatos e até fanáticos. Isso acaba sendo péssimo para a causa que tentam defender.

Para evitar isso, é necessário perceber quando é uma boa hora para falar de veganismo e Direitos Animais. Geralmente o melhor momento é quando não veganos perguntam para o vegano sobre o tema, ou quando a conversa entra em questões como violência contra animais e meio ambiente.

Opiniões de um "vegano" reacionário

11. Ser adepto da moralidade seletiva de “preferir bicho a gente”

Uma outra forma relativamente comum de vegans pouco conhecedores de sua bandeira se tornarem vitrines negativas de seu próprio movimento é distorcer e corromper o princípio ético da igualdade moral nivelada por cima entre humanos e não humanos.

Pessoas assim esquecem o que o veganismo veio defender e declaram explicitamente que “preferem bicho a gente”. Que fazem questão de defender os animais não humanos, mas são indiferentes ou mesmo avessos aos movimentos que defendem os Direitos Humanos, o fim das desigualdades sociais, o feminismo, a causa LGBT, a neurodiversidade etc. Que não se importam em ser hostis e ofensivos contra não veganos (vide a atitude 2) e mandam às favas a missão de trazer mais pessoas para a causa vegano-animalista.

Essa atitude, além de violar os princípios do veganismo, lhe queima o filme pesadamente. Muitos leigos passam a acreditar, por causa de quem adota esse mau comportamento, que o veganismo induz as pessoas a esquecerem a necessidade do bom caráter e pensarem apenas nos animais não humanos.

 

12. Comportar-se como se a ética vegana nada tivesse a ver com ter caráter ao tratar os seres humanos em geral

A reboque de se “preferir bicho a gente”, é comum vir a atitude de o “vegano” anti-humanista faltar com caráter perante seu próximo. Não só age com hostilidade e intolerância contra não veganos – em especial na internet -, como também age com desonestidade, explora e assedia funcionários, mente inescrupulosamente, profere discursos de ódio, é abusivo para com sua família…

Quem tem comportamento desse tipo joga a reputação do veganismo no lixo, pelo menos perante os não veganos que têm uma noção generalizante dos veganos quando convivem com pessoas que agem assim. Também esmigalha a ética vegana, sendo “vegano” apenas por hábito de consumo e uma hipócrita pena de animais.

 

13. Ser adepto de discursos preconceituosos e intolerantes contra minorias políticas

Muitas vezes as atitudes 2, 11 e 12 vêm acompanhadas com uma atitude socialmente reacionária: proferir frequentemente discursos de intolerância e preconceito contra mulheres, pessoas negras, LGBTs, imigrantes não europeus e refugiados, pessoas com deficiência, minorias religiosas e irreligiosas etc.

Outro discurso comum de quem tem esse tipo de comportamento é exigir que a violência contra os animais seja punida com mais violência e crueldade, que costumes especistas de ordem cultural sejam reprimidos com polícia e prisão, que os veganos interseccionais não sejam tolerados, entre outras atitudes de ódio.

Não veganos que lidam com “veganos” assim têm uma chance razoável, para dizer o mínimo, de acreditar em horrores sobre a natureza moral do veganismo.

 

14. Ser um “empreendedor vegano” que explora e maltrata seus funcionários e discursa contra direitos sociais

Outra forma de um “vegano” de conduta anti-humanista queimar a bandeira que diz defender é, na condição de proprietário de uma empresa “vegana”, explorar, maltratar, pagar mal, impor jornadas de trabalho abusivas, privar de benefícios, assediar moral e/ou sexualmente e coagir seus funcionários, sejam eles veganos ou não.

Nisso também se inclui defender explicitamente a doutrina neoliberal de revogação ou limitação de direitos sociais, como saúde e educação públicas e o usufruto de espaços de lazer públicos mantidos pelo Estado, a conversão dos mesmos em serviços privados pagos e a supressão de direitos trabalhistas.

Empreendimentos cujos donos impõem seus colaboradores a um regime opressivo assim podem até ser “veganos” em se tratando de não utilizar matéria-prima de origem animal ou testada em animais. Mas não seguem os valores éticos do veganismo, entre eles o de respeitar moralmente os seres sencientes e reconhecê-los como plenos sujeitos de direitos.

E pior, está usando o veganismo apenas como meio de enriquecer financeiramente, não o promovendo como um modo de vida ético e uma causa política.

Além disso, quem conhece o empreendedorismo vegano por meio de empresas que seguem esse mau exemplo acaba tendo uma impressão fortemente negativa sobre o veganismo, seus adeptos e os negócios veganos em geral.

 

15. Ter um empreendimento vegano que abusa dos preços e, ainda por cima, os aumenta muito acima da inflação

Uma maneira de desestimular radicalmente entre os não veganos – pelo menos aqueles que não são ricos nem da classe média-alta – qualquer interesse de aderir a esse modo de vida é ter um negócio “vegano” que vende produtos e/ou serviços a preços abusivos, que poucos podem pagar.

Isso vai desde aquela lanchonete de salgados veganos que cobra 9 reais (em valores de 2018) por uma coxinha de jaca ou shimeji até a “escola vegana” que, para formar cidadãos éticos e comprometidos com um mundo melhor, cobra quatro dígitos de real a mensalidade por questão de lucro.

Empreendimentos assim fazem uma pesada contrapropaganda do veganismo, perpetuando como se fosse verdadeiro o mito de que ele é “elitista” e “inacessível às classes populares”. E, é claro, fecha as portas do nosso modo de vida na cara de quem não desfruta de tantos privilégios sociais e econômicos a ponto de poder pagar caro por uma vida confortável que deveria ser um direito universal.

 

Bônus: Abandonar o veganismo

Pessoas que abandonam o modo de vida vegano também são fortes vitrines negativas daquilo que largaram. Isso tanto ativa e conscientemente, quando a pessoa produz um ou mais textos antiveganos tentando criticar o veganismo e justificar racionalmente o porquê de ter voltado a consumir produtos animais, quanto passivamente, quando os não veganos de seu convívio tiram conclusões preconceituosas sobre, por exemplo, ela não ter sido saudável ou tido uma vida exemplar.

Sempre que alguém deixa de ser vegan, está mostrando ao mundo ideias equivocadas de que o veganismo “não é bem essa benesse toda”. Por exemplo, quando é porque a pessoa contraiu deficiência de nutrientes ou foi coagida por um nutricionista desinformado, as pessoas pensam que o veganismo faz mal à saúde de seus adeptos, ou no mínimo não implica uma alimentação segura.

Ou então, quando a pessoa deixa de ser vegana por ter lido textos antiveganos, passa uma sutil “lição” para seu próximo de que os tais textos estão corretos e, portanto, “não vale a pena” ser vegan – mesmo que se acabe revelando que esse material é repleto de falácias, omissões e erros.

 

Considerações finais

lembrando do ex-vegano
E no final das contas, não era vegano realmente, mas sim só um adepto do consumo vegano

É de uma enorme importância que você saiba, por meio de artigos como este, o que pode fazer um vegano tornar-se não um exemplo de vida, mas sim um “antidivulgador”, alguém que induz os leigos a acreditarem que o veganismo seria algo ruim a insensibilizar seus adeptos e lhes fazer mal e seria mais um problema do que uma solução.

Recomendo a você, desde já, que evite ao máximo repetir ou assimilar esses comportamentos. Também sugiro que alerte àquele seu colega que tem incidido em um ou mais deles o quanto a atitude dele está prejudicando a reputação do movimento vegano-animalista.

Afinal, sempre que um vegano se comporta mal, está desempoderando e atrasando a luta pelos Direitos Animais. E os animais não humanos, mais ainda do que os seres humanos que ele eventualmente desrespeita, são os mais prejudicados.

2 comments

  1. Adorei o texto . É muito comum os veganos entrarem numa neura maluca sem sentido e se comportarem dessa maneira. No começo eu queria compartilhar tudo que eu aprendia , mas não pra falar o que é certo ou errado e sim compartilhar com meus amigos e familiares. Eles sempre gostavam de saber mas percebi que não precisa falar disso o tempo todo rsrsrs dai só entro no assunto quando me perguntam porque pra compartilhar basta viver essa ideologia de vida incrível . Hoje meus amigos do serviço estão optando por comer a coxinha de jaca , a quiche vegana de palmito , o biscoitinho de arroz , porque simplesmente eles amaram . Lógico que não viraram veganos , mas estão consumindo produtos veganos e estão amando … precisamos compartilhar essa ideia com amor que dai da super certo … beijos

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